Com uma caldeira que funciona com combustível vegetal e não com gás natural, a Unidade Turbina Ibema Papelcartão deixa de emitir 21 mil toneladas de CO₂ por ano.

A mudança climática exigiu a substituição de combustíveis fósseis (produtos petrolíferos) por fontes de energia renováveis, o que requer ajustes nas práticas comerciais em todo o mundo. Uma das principais alternativas é a biomassa (matéria orgânica), que é queimada diretamente nas caldeiras, para que a energia térmica seja usada na produção de vapor.

Ibema mira biomassa

Um exemplo de indústria que se adaptou a essa fonte renovável é a Ibema Papelcartão, um dos principais atores da América Latina na fabricação de papel de embrulho, que utiliza biomassa em sua Unidade Turvo (na região central do Paraná). Lá, uma caldeira é alimentada com cerca de 2.800 toneladas / mês de aparas de madeira, 100% vem de árvores de reflorestamento.

A medida se refere à economia obtida na emissão de gases do efeito estufa: as toneladas métricas de dióxido de carbono equivalente são uma medida usada internacionalmente, que transforma outros gases em termos equivalentes ao dióxido de carbono (CO2), levando em consideração seu potencial de aquecimento global.

Com decisões voltadas à sustentabilidade, indústrias como a Ibema Papelcartão alcançaram um retorno em qualidade ambiental e financeira.